Terça-feira (26): Chavala Talhada convida Vendo 147. Baianos apresentam rock n’roll pesado com dois bateristas

Nesta terça-feira, 26/07, a Chavala Talhada se apresenta no Bronze com convidados especiais. A banda Vendo 147, de Salvador (BA), vem de uma turnê de 20 shows no Sul e Sudeste do País. Rock n’ roll pesado, instrumental e com DOIS BATERISTAS!

Banda com duas guitarras é bem comum. Sem guitarra você já deve ter visto. Sem baixo, eventualmente. Sem vocalista, idem. Com dois vocalistas? Claro. Mas se você, roqueiro ou não, acha que já viu de tudo nessa vida, muita calma nessa hora. Que tal…dois bateristas? Sim, dois bateristas, porque não?

 

Vendo 147 (SalvadorBA) sai em turnê por 20 cidades. Ribeirão Preto é uma delas

Vendo 147 (SalvadorBA) sai em turnê por 20 cidades. Ribeirão Preto é uma delas

Vejam bem, estamos falando de dois bateristas, e não de duas baterias. A bateria continua reinando única, soberana. A novidade é que resolveram contrariar as leis da física e inventaram que dois bateristas podem, sim, ocupar o mesmo lugar no espaço. E a mesma bateria também. Assim nasceu o “clone drum”. Na essência, a coisa é simples: um mesmo bumbo tocado por duas pessoas, uma de frente para a outra, sincronizadas, como gêmeas, clones.

Quem inventou isso? Bom, os primeiros a lançarem a moda foram os suíços do Monsters. Há quem diga que já se fez isso na Suécia também. Mas não é que uns malucos da Bahia resolveram importar a invenção? Dando nome aos bois: Glauco Neves e Dimmy “O Demolidor” Drummer, os “bateristas-clones”, Pedro Itan e Duardo Costa, nas guitarras, e Caio Parish, no baixo.

Alguns deles são velhos conhecidos do rock baiano. Glauco é ex-baterista da Vinil 69 e da Pessoas Invisíveis; Dimmy tocava no Honkers; Pedro é ex-guitarrista da Vinil 69 e do Honkers; Duardo tocou na sergipana Snooze; Caio foi baixista da Trevo Robótico. Eles formam a Vendo 147, uma banda que diz fazer música instrumental, sem pretensão e sem rótulo.

Mas, aqui pra nós, é muito fácil pôr abaixo as duas afirmações dos caras. Apesar de não querer ser rotulada, é inegável dizer, pelo menos, que a banda toca rock. Rock de verdade, como dizem alguns roqueiros velhos, órfãos, saudosistas. Rock bem tocado. Atual, mas com um leve toque de ontem. Virtuoso, sem ser chato. Rock pra quem odeia e pra quem adora rock.



1 Comentário

  1. Perecriff wrote:

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